Afinal, era possível.
Eu era tão feliz que chegava a ter medo: de repente, tinha a vida que sempre quis ter, mesmo que durante muito tempo não soubesse, sequer, desse desejo.
A tua cobardia levou-me ao ponto de partida e deixou um rasto de destruição.
(De que serve deixar o amor crescer dentro de nós, se um dia deitam fora tudo aquilo que construímos durante anos com tanta dedicação?)
Esta história não teve um final feliz e eu já não quero escrever mais livros.
Sobra esta casa, que, a partir de hoje, fica quieta para sempre.
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